Confissão

O Sacramento da Penitência e Reconciliação

reconciliationA paróquia Nossa Senhora da Natividade oferece o Sacramento da Penitência e da Reconciliação (Confissão) de terça a sexta às 18:00, e sábados a partir das 8:00.

Aqueles que se aproximam do sacramento da Penitência obtêm da misericórdia de Deus o perdão da ofensa a Ele feita e, ao mesmo tempo, são reconciliados com a Igreja, que tinham ferido com o seu pecado, a qual, pela caridade, exemplo e oração, trabalha pela sua conversão (Catecismo da Igreja Católica número 1422).

 

Maiores informações na secretaria paroquial:

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e-mail: secretaria@natividade.org
WhatsApp: (61) 98200-1503

O que é o Sacramento da Confissão

Por que confessar?

Se você não foi à Confissão em um tempo, a Igreja Católica quer recebê-lo de volta, e convidá-lo a participar neste belo sacramento da cura. Dê um passo na fé. Você vai se surpreender com você vai sentir livre depois de participar do Sacramento da Reconciliação. Muitos católicos descrevem incríveis sentimentos de paz, alegria, alívio e amor que nunca esperaram. Jesus está chamando você a experimentar Sua misericórdia dessa maneira também.

Quais são os benefícios da Confissão

1. A Confissão ajuda você a “conhecer-se a si mesmo”

Santo Agostinho e inúmeros outros santos e doutores da Igreja falam da importância de nos conhecermos bem. Ao conhecermos melhor, percebemos nossa natureza caída, e quanto precisamos da ajuda da graça de Deus para viver bem. A confissão frequente ajuda a confiar em Deus para nos livrar de nossos pecados.

2. A confissão nos ajuda a superar os vícios.

A graça que recebemos do sacramento da confissão nos ajuda a combater nossas faltas e falhas, facilita quebrar mais facilmente nossos maus hábitos ou vícios com mais rapidez do que faríamos sem a graça sacramental.

3. A confissão nos traz paz.

A culpa dos pecados pode nos confundir e nos leva a perder a paz e alegria. Quando ouvimos as palavras do perdão de Deus dos lábios do sacerdote na Confissão, é com um fardo é tirado das costas. Sentimos novamente a paz no coração que vem de estar bem com Deus.

4. A confissão nos faz mais santos, mais como Jesus.

Jesus era perfeitamente humilde, generoso, paciente, amoroso – perfeito em tudo! Você não gostaria de ser tão humilde, generoso, paciente e amoroso como Jesus? Os santos ao longo da história sentiram isso também, e o Sacramento da Reconciliação frequente foi para eles ajuda para se transformarem em tudo como Cristo – pequenas imagens de Cristo – isso é o que são os santos!

5. A confissão torna nossa vontade mais forte.

Cada vez que experimentamos o Sacramento da Confissão, Deus fortalece nossa vontade e nosso autocontrole para poder resistir às tentações que nos confrontam em nossas vidas. Tornamo-nos mais decididos a seguir a vontade de Deus e não nossos próprios caprichos.

Como fazer uma boa Confissão

Então, você decidiu que quer ir à confissão. Mas como fazer uma boa confissão? O mais básico e fundamental para uma boa confissão é a intenção de retornar a Deus com todo o seu coração, como o “filho pródigo”, e reconhecer seus pecados com verdadeira tristeza diante do sacerdote.

A sociedade moderna perdeu o sentido de pecado. Como seguidores católicos de Cristo, devemos fazer um esforço para reconhecer o pecado em nossas ações, palavras e omissões diárias.

Os Evangelhos nos mostram a importância do perdão de nossos pecados. A vida dos santos prova que uma pessoa que cresce em santidade tem um sentimento mais forte do pecado, tristeza pelos pecados e necessidade do Sacramento da Reconciliação. Por isso os santos são tão alegres! Eles perceberam a chave para entregar seus fardos a Cristo através do Sacramento da Confissão, para que possam ser livres para servi-Lo com amor e energia.

12 dicas para uma boa Confissão

1. Examinar sua consciência

A primeira coisa necessária para uma boa confissão é que você deve fazer um exame bom da consciência. A melhor maneira de fazer isso é fazer algumas perguntas, e as perguntas podem ser encontradas mais adiante nesta página (Exame para uma boa confissão.

2. Evite a vergonha

Seja objetivo em sua análise de seus pecados. As coisas das quais você está envergonhado não são necessariamente os piores pecados. Normalmente, temos mais vergonha dos pecados que estão relacionados com a perda de controle – como comer, beber, indulgência sexual ou perder a paciência. O que sentimos é, portanto, muitas vezes simplesmente uma forma de ser envergonhado pelo que temos feito. Não há nada de errado nisso, mas essa emoção não é um bom indicador da gravidade do pecado.

3. Evite o Medo

O medo de ser pego ou punido também não é um bom indicador da gravidade do nosso pecado. O medo de ser descoberto, como a vergonha, tem mais a ver com a nossa própria imagem do que a preocupação de ter ofendido a Deus por nosso pecado. O medo de ser punido, como um motivo para a confissão, não é totalmente mau. No entanto, ele tem mais a ver com a preocupação com nós mesmos do que tristeza genuína, porque o nosso pecado nos separou de tudo o que é bom em Deus.

4. Evite a Culpa

Como o medo e a vergonha, sentir a culpa por ter pecado não é um bom indicador da gravidade do pecado. O nível de culpa que as pessoas sentem varia enormemente dependendo de sua criação, educação, a pressão social, e se seus corações estão endurecidos (ou não) ao pecado. Sendo uma emoção, a culpa não é um indicador confiável da gravidade do pecado.

5. A separação de Deus é importante

Deus é a fonte eterna de tudo o que é belo, bom e verdadeiro. A vontade dele é que fiquemos unidos a ele por meio de seu Filho Jesus Cristo. O pecado é qualquer coisa que nos separe desse supremo bem, ou qualquer coisa que tente substituir esse supremo bem. É assim que devemos avaliar a gravidade do pecado: perguntar a si mesmo qual é o supremo bem que Deus quer para mim, e como esse pecado me separou ou me levou longe desse bem supremo?

6. O Amor é belo, bom e verdadeiro

Somente quando tivermos uma verdadeira visão da grande Bondade, Verdade e Beleza de Deus, teremos uma aversão apropriada pelo pecado. O que mais atrai você: uma refeição maravilhosa e bem preparada em família, onde não há apenas comida e vinho maravilhosos, mas risos, felicidade, amizade e amor, ou uma dieta de comida diária de salgadinhos gordurosos que você come sozinho. O pecado é a comida de lixo. A vontade de Deus é o belo banquete.

7. O pecado e a culpa não são a mesma coisa

A teologia moral católica distingue entre o pecado objetivo e a culpabilidade subjetiva. Isto quer dizer que o seu pecado é uma coisa – não varia. Uma mentira é sempre uma mentira. É sempre errado. No entanto, a culpa que você leva por esse pecado pode variar de acordo com as circunstâncias e a intenção. Por exemplo, uma “mentira branca” ainda está errada. Mas se a sua intenção é de não magoar alguém, ou pelas circunstâncias a mentira é socialmente aceitável, então a sua culpabilidade dessa mentira é insignificante. Uma mentira intencional, no entanto, para destruir a reputação de uma pessoa para seu benefício próprio significaria que sua culpabilidade é muito alta.

8. Não há uma lista de pecados mortais

As pessoas muitas vezes perguntam se isso ou aquilo é pecado mortal. Existem alguns pecados, como o assassinato ou o aborto, que são, pela sua natureza, pecados mortais. No entanto, referindo-se ao ponto sete acima, você pode ver que qualquer pecado pode ser um pecado mortal se a intenção e as circunstâncias o tornam grave. Da mesma forma, mesmo os pecados graves, dependendo das intenções e circunstâncias, podem não ser mortais.

9. Há condições para o pecado mortal

Para um pecado ser mortal, deve haver:
1. Matéria grave – o pecado, por sua própria natureza, destrói a caridade para com Deus ou o próximo;
2. Pleno conhecimento (você sabe que o que faz é grave) e;
3. Consentimento integral. Em outras palavras, você diz: “Eu sei que isso é um pecado grave e eu vou fazê-lo de qualquer maneira.”

10. Voltar para Deus tira a condição do pecado

A orientação do coração é importante. Um ato perfeito de contrição com a intenção de confessar o mais rápido possível tira a condição de pecado mortal. No entanto, deve sempre tomar em conta o seguinte:

O Catecismo da Igreja Católica afirma que se uma pessoa faz um ato de contrição “perfeito”, seus pecados mortais são perdoados se tiver a firme emenda para ir à confissão sacramental o mais rápido possível. Isso quer dizer que uma pessoa no banco na Missa de domingo de manhã, depois de supostamente fazer um ato perfeito de contrição, pode receber a Eucaristia nessa Missa?

Primeiro, a contrição no Catecismo da Igreja Católica se define como “uma dor da alma e uma detestação do pecado cometido, com o propósito de não mais pecar no futuro”. (Catecismo 1451)
Esta contrição pode ser imperfeita ou perfeita.

A contrição imperfeita, que não consegue o perdão dos pecados graves, nasce da consideração da fealdade do pecado ou do temor da condenação eterna e das outras penas de que o pecador está ameaçado (contrição por temor).

A contrição perfeita, pelo contrário, procedente do amor de Deus, amado sobre todas as coisas. (Catecismo 1452). Somente esta contrição consegue o perdão do pecado mortal antes da confissão.

O Código de Direito Canônico diz:
Quem estiver consciente de pecado grave não celebre Missa nem comungue o Corpo do Senhor, sem fazer previamente a confissão sacramental, a não ser que exista uma razão grave e não tenha oportunidade de se confessar; neste caso, porem, lembre-se de que tem obrigação de fazer um ato de contrição perfeita, que inclui o propósito de se confessar quanto antes.

Há quatro condições que devem ser cumpridas antes de ir à Comunhão:

  1. Deve haver uma razão grave para receber a Comunhão (por exemplo, o perigo de morte).

  2. Deve ser física ou moralmente impossível ir à confissão primeiro.

  3. A pessoa já deve estar em estado de graça através da contrição perfeita.

  4. A pessoa deve resolver ir à confissão o mais cedo possível.

11. A Natureza de Deus é de Perdoar

Deus quer perdoar e reconciliar você. A misericórdia Dele é eterna e sempre alcança você. Só precisamos cooperar com a graça de Deus com arrependimento, e aceitar o dom da misericórdia.

12. Deus não quer que alguém pereça

Deus amou o mundo tanto que enviou o seu Filho unigênito para que todos os que cerem nele não perecerem, mas que tenham a vida eterna.

Exame para uma boa confissão

Eu sou o Senhor teu Deus, Não terás deuses estranhos perante Mim

  • Descuidei o conhecimento da minha fé, tal como o Catecismo a ensina, tal como o Credo dos Apóstolos, os Dez Mandamentos, os Sete Sacramentos, o Pai Nosso, etc?
  • Alguma vez duvidei deliberadamente de algum ensinamento da Igreja, ou o neguei?
  • Tomei parte num ato de culto não católico?
  • Sou membro de alguma organização religiosa não católica, de alguma sociedade secreta ou de um grupo anti-católico?
  • Alguma vez li, com consciência do que fazia, alguma literatura herética, blasfema ou anti-católica?
  • Pratiquei alguma superstição (tal como horóscopos, adivinhação, tábua Ouija, etc.)?
  • Omiti algum dever ou prática religiosa por respeitos humanos?
  • Recomendo-me a Deus diariamente?
  • Tenho rezado fielmente as minhas orações diárias?
  • Abusei os Sacramentos de alguma maneira?
  • Recebi-os com irreverência?
  • Trocei de Deus, de Nossa Senhora, dos Santos, da Igreja, dos Sacramentos, ou de quaisquer coisas santas?
  • Fui culpado de grande irreverência na igreja, como, por exemplo, em conversas, comportamento ou modo como estava vestido?
  • Fui indiferente quanto à minha Fé Católica — acreditando que uma pessoa pode salvar-se em qualquer religião, ou que todas as religiões são iguais?
  • Presumi em qualquer altura que tinha garantida a misericórdia de Deus?
  • Desesperei da misericórdia de Deus?
  • Detestei a Deus?
  • Dei demasiada importância a alguma criatura, atividade, objeto ou opinião?

Não tomarás o Nome do Senhor teu Deus em vão.

  • Jurei pelo nome de Deus falsamente, impensadamente, ou em assuntos triviais e sem importância?
  • Murmurei ou queixei-me contra Deus (blasfêmia)?
  • Amaldiçoei-me a mim próprio, ou a outra pessoa ou criatura?
  • Provoquei alguém à ira, para o fazer praguejar ou blasfemar a Deus?
  • Quebrei uma promessa feita a Deus?

Recorda-te de santificar o Dia de Sábado.

  • Faltei à Missa nos Domingos ou Festas de guarda?
  • Cheguei atrasado à Missa nos Domingos e Dias Santos de guarda, ou saí mais cedo por minha culpa?
  • Fiz com que outras pessoas faltassem à Missa nos Domingos e Dias Santos de guarda, ou saíssem mais cedo, ou chegassem atrasados à Missa?
  • Estive distraído propositadamente durante a Missa?
  • Fiz ou mandei fazer trabalho servil desnecessário num Domingo ou Festa de guarda?

Honra o teu pai e a tua mãe.

  • Desobedeci aos meus pais, faltei-lhes ao respeito, descuidei-me em ajudá-los nas suas necessidades ou na compilação do seu testamento, ou recusei-me a fazê-lo?
  • Mostrei irreverência em relação a pessoas em posições de autoridade?
  • Insultei ou disse mal de sacerdotes ou de outras pessoas consagradas a Deus?
  • Tive menos reverência para com pessoas de idade?
  • Tratei mal a minha esposa ou os meus filhos?
  • Foi desobediente ao meu marido, ou faltei-lhe ao respeito?

Sobre os meus filhos:

  • Descuidei as suas necessidades materiais?
  • Não tratei de os fazer batizar cedo? *(Veja-se em baixo.)
  • Descuidei a sua educação religiosa correta?
  • Permiti que eles descuidassem os seus deveres religiosos?
  • Deixei de vigiar as companhias com quem andam?
  • Deixei de os disciplinar quando necessitassem de tal?
  • Dei-lhes mau exemplo?
  • Escandalizei-os, discutindo com o meu cônjuge em frente deles?
  • Escandalizei-os ao dizer obscenidades na sua frente?
  • Permiti-lhes que usassem roupa imodesta? Comprei tais roupas para eles?
  • Neguei-lhes a liberdade de casar ou seguir uma vocação religiosa?

As crianças devem ser batizadas o mais cedo possível.  Santo Afonso, seguindo a opinião geral da época, pensava que um atraso não justificado de mais de dez ou onze dias a seguir ao parto seria um pecado grave. Segundo o costume moderno, que é conhecido e não corrigido pelos Ordinários locais, um atraso de mais de um mês sem motivo seria um pecado grave. 

Não matarás.

  • Procurei, desejei ou apressei a morte ou o ferimento de alguém?
  • Alimentei ódio para com alguém?
  • Oprimi alguém?
  • Desejei vingar-me?
  • Provoquei a inimizade entre outras pessoas?
  • Discuti ou lutei com alguém?
  • Desejei mal a alguém?
  • Quis ferir ou maltratar alguém, ou tentei fazê-lo?
  • Recuso-me a falar com alguém, ou ressentimento de alguém?
  • Regozijei-me com a desgraça alheia?
  • Tive ciúmes ou inveja de alguém?
  • Fiz ou tentei fazer um aborto, ou aconselhei alguém a que o fizesse?
  • Mutilei o meu corpo desnecessariamente de alguma maneira?
  • Consenti em pensamentos de suicídio, desejei suicidar-me ou tentar suicidar-me?
  • Embriaguei-me ou usei drogas ilícitas?
  • Comi demais, ou não como o suficiente por descuido (isto é, alimentos nutritivos)?
  • Deixei de corrigir alguém dentro das normas da caridade?
  • Causei dano à alma de alguém, especialmente crianças, dando escândalo através de mau exemplo?
  • Fiz mal à minha alma, expondo-a intencionalmente e sem necessidade a tentações, como maus programas de TV, música reprovável, praias, etc.?

Não cometerás adultério. Não cobiçarás a mulher do próximo.

  • Neguei ao meu cônjuge os seus direitos matrimoniais?
  • Pratiquei o controlo de natalidade (com pílulas, dispositivos, interrupção)?
  • Abusei dos meus direitos matrimoniais de algum outro modo?
  • Cometi adultério ou fornicação (sexo pré-marital)?
  • Cometi algum pecado impuro contra a natureza (homosexualidade ou lesbianismo, etc.)?
  • Toquei ou abracei outra pessoa de forma impura?
  • Pratiquei a troca prolongada de carícias?
  • Pequei impuramente contra mim próprio (masturbação)?
  • Consenti em pensamentos impuros, ou tive prazer neles?
  • Consenti em desejos impuros para com alguém, ou desejei conscientemente ver ou fazer alguma coisa impura?
  • Entreguei-me conscientemente a prazeres sexuais, completos ou incompletos?
  • Fui ocasião de pecado para os outros, por usar roupa justa, reveladora ou imodesta?
  • Fiz alguma coisa, deliberadamente ou por descuido, que provocasse pensamentos ou desejos impuros noutra pessoa?
  • Li livros indecentes ou vi figuras obscenas?
  • Vi filmes ou programas de televisão sugestivos, ou pornografia na Internet, ou permiti que os meus filhos os vissem?
  • Usei linguagem indecente ou contei histórias indecentes?
  • Ouvi tais histórias de boa vontade?
  • Gabei-me dos meus pecados, ou deleitei-me em recordar pecados antigos?
  • Estive com companhias indecentes?
  • Consenti em olhares impuros?
  • Deixei de controlar a minha imaginação?
  • Rezei imediatamente, para afastar maus pensamentos e tentações?
  • Evitei a preguiça, a gula, a ociosidade, e as ocasiões de impureza?
  • Fui a bailes imodestos ou peças de teatro indecentes?
  • Fiquei sozinho sem necessidade na companhia de alguém do sexo oposto?

Note bem: Não tenha receio de confessar ao sacerdote qualquer pecado impuro que tenha cometido. Não esconda ou tente disfarçá-lo. O sacerdote está ali para o ajudar e perdoar. Nada do que possa dizer o escandalizará; por isso, não tenha medo, por mais envergonhado que esteja.

Não roubarás. Não cobiçarás os bens do teu próximo.

  • Roubei alguma coisa? O quê, ou quanto?
  • Danifiquei a propriedade dos outros?
  • Deixei estragar, por negligência, a propriedade dos outros?
  • Fui negligente na guarda do dinheiro ou bens dos outros?
  • Fiz batota ou defraudei alguém?
  • Joguei em excesso?
  • Recusei-me a pagar alguma dívida, ou descuidei-me no seu pagamento?
  • Adquiri alguma coisa que sabia ter sido roubada?
  • Deixei de restituir alguma coisa emprestada?
  • Lesei o meu patrão, não trabalhando como se esperava de mim?
  • Fui desonesto com o salário dos meus empregados?
  • Recusei-me a ajudar alguém que precisasse urgentemente de ajuda, ou descuidei-me a fazê-lo?
  • Deixei de restituir o que roubei, ou obtive por embuste ou fraude? (Pergunte ao sacerdote como poderá fazer a restituição, ou seja, devolver ao legítimo dono o que lhe tirou).
  • Tive inveja de alguém, por ter algo que eu não tenho?
  • Invejei os bens de alguém?
  • Tenho sido avarento?
  • Tenho sido cúpido e invejoso, dando demasiada importância aos bens e confortos materiais? O meu coração inclina-se para as posses terrenas ou para os verdadeiros tesouros do Céu?

Não levantarás falsos testemunhos contra o teu próximo.

  • Menti a respeito de alguém (calúnia)?

  • As minhas mentiras causaram a alguém danos materiais ou espirituais?

  • Fiz julgamentos temerários a respeito de alguém (isto é, acreditei firmemente, sem provas suficientes, que eram culpados de algum defeito moral ou crime)?

  • Atingi o bom nome de alguém, revelando faltas autênticas mas ocultas (maledicência)?

  • Revelei os pecados de outra pessoa?

  • Fui culpado de fazer intrigas (isto é, de contar alguma coisa desfavorável que alguém disse de outra pessoa, para criar inimizade entre eles)?

  • Dei crédito ou apoio à divulgação de escândalos sobre o meu próximo?

  • Jurei falso ou assinei documentos falsos?

  • Sou crítico ou negativo sem necessidade ou falto à caridade nas minhas conversas?

  • Lisonjeei outras pessoas?

Os Cinco Mandamentos da Igreja

  • Primeiro mandamento da Igreja: “Participar da missa inteira nos domingos e outras festas de guarda e abster-se de ocupações de trabalho”.

  • Segundo mandamento: “Confessar-se ao menos uma vez por ano”.

  • Terceiro mandamento: “Receber o sacramento da Eucaristia ao menos pela Páscoa da ressurreição

  • Quarto mandamento: “Jejuar e abster-se de carne, conforme manda a Santa Mãe Igreja”

  • Quinto mandamento: “Ajudar a Igreja em suas necessidades”

Salmos Penitenciais

Salmo 6

SENHOR, LIVRA-ME DO MAL

2 Senhor, não me repreendas em tua ira, nem me castigues em tua indignação.

3 Tem piedade de mim, Senhor, pois perdi as forças; cura-me, Senhor, pois meus ossos estão abalados,

4 e minha alma está aflita ao extremo. Mas tu, Senhor, até quando?

5 Volta, Senhor, livra a minha alma, salva-me em tua piedade.

6 Pois na morte ninguém se lembra de ti, quem te louvará na mansão dos mortos?

7 Meu gemido me faz desfalecer, inundo de pranto meu catre toda noite e banho de lágrimas meu leito.

8 A tristeza perturba meus olhos, já envelheço entre tantos inimigos.

9 Afastai-vos de mim, todos vós malfeitores, pois o Senhor ouviu a voz do meu pranto.

10 O Senhor ouviu a minha súplica, o Senhor acolheu minha oração.

11 Fiquem confusos e conturbados todos os meus inimigos, voltem para trás, num instante se retirem.

Salmo 32

PERDOASTE O MEU PECADO

1 Feliz aquele cuja culpa foi cancelada e cujo pecado foi perdoado.

2 Feliz o homem a quem o Senhor não atribui nenhum delito e em cujo espírito não há falsidade.

3 Enquanto eu me calava, meus ossos se consumiam, eu gemia o dia inteiro.

4 Pois dia e noite sobre mim pesava a tua mão, como pelo calor do verão ia secando o meu vigor.

5 Revelei-te o meu pecado, o meu erro não escondi. Eu disse: “Confessarei ao Senhor as minhas culpas”, e tu perdoaste a malícia do meu pecado.

6 Por isso a ti suplica todo fiel no tempo da angústia. Quando irrompem grandes águas não o poderão atingir.

7 Tu és meu refúgio, me preservas do perigo, me envolves no júbilo da salvação.

8 “Eu te farei sábio, eu te indicarei o caminho a seguir; com os olhos sobre ti, te darei conselho.

9 Não sejas como o cavalo ou o jumento sem inteligência; se avanças para dominá-los com freio e rédea, de ti não se aproximam.”

10 Serão muitas as dores do ímpio, mas a graça envolve quem confia no Senhor.

11 Alegrai-vos no Senhor e exultai, ó justos, jubilai, vós todos, retos de coração.

Salmo 38

SENHOR, NÃO ME ABANDONES!

2 Senhor, não me castigues no teu furor, não queiras punir-me em tua ira.

3 Tuas flechas me atravessaram, sobre mim pesa tua mão.

4 Pelo teu furor, nada em mim é são, nada intacto nos meus ossos, por causa do meu pecado.

5 Minhas culpas superaram minha cabeça, como carga pesada me oprimem.

6 Pútridas e fétidas são minhas chagas por causa da minha loucura

7 Ando curvado e abatido, triste passo o dia inteiro.

8 Meus rins estão ardendo, em mim nada há de sadio.

9 Aflito e acabado em extremo, sinto vergonha pelo frêmito do meu peito.

10 Senhor, diante de ti está todo o meu desejo e meu gemido a ti não é oculto.

11 Meu coração palpita, a força me abandona, apaga-se a luz dos meus olhos.

12 Amigos e companheiros fogem à vista de minhas chagas, meus vizinhos se mantêm a distância.

13 Armam laços os que tramam contra minha vida, planeja insídias quem busca minha ruína e o dia todo prepara fraudes.

14 Eu, como um surdo, não escuto, como um mudo não abro a boca;

15 sou como quem não ouve nem responde.

16 Em ti espero, Senhor, tu me responderás, Senhor meu Deus.

17 Eu disse: “Não zombem de mim, contra mim não se ensoberbeçam, quando meu pé vacila”.

18 Pois estou para cair e tenho sempre ante os olhos minha pena.

19 confesso minha culpa, meu pecado me provoca ânsias.

20 Meus inimigos são vivos e fortes, são muitos os que me odeiam sem motivo,

21 pagam-me o bem com o mal, acusam-me porque procuro o bem.

22 Não me abandones, Senhor, meu Deus, não fiques longe de mim.

Salmo 51

SENHOR, MISERICÓRDIA!

3 Ó Deus, tem piedade de mim, conforme a tua misericórdia; no teu grande amor cancela o meu pecado.

4 Lava-me de toda a minha culpa, e purifica-me de meu pecado.

5 Reconheço a minha iniqüidade e meu pecado está sempre diante de mim.

6 Contra ti, só contra ti eu pequei, eu fiz o que é mal a teus olhos; por isso és justo quando falas, reto no teu julgamento.

7 Eis que na culpa fui gerado, no pecado minha mãe me concebeu.

8 Mas tu queres a sinceridade do coração e no íntimo me ensinas a sabedoria.

9 Purifica-me com o hissopo e ficarei puro; lava-me e ficarei mais branco que a neve.

10 Faze-me ouvir alegria e júbilo, exultem os ossos que tu quebraste.

11 Afasta o olhar dos meus pecados, cancela todas as minhas culpas.

12 Cria em mim, ó Deus, um coração puro, renova em mim um espírito resoluto.

13 Não me rejeites da tua presença e não me prives do teu santo espírito.

14 Devolve-me a alegria de ser salvo, que me sustente um ânimo generoso.

15 Quero ensinar teus caminhos aos que erram e a ti voltarão os pecadores.

16 Livra-me do sangue, ó Deus, Deus meu salvador e minha língua celebrará tua justiça.

17 Senhor, abre meus lábios e minha boca proclame o teu louvor.

18 Pois não te agrada o sacrifício e, se ofereço holocaustos, não os aceitas.

19 Sacrifício para Deus é um espírito contrito; não desprezas, ó Deus, um coração contrito e humilhado.

20 No teu amor sê propício a Sião, reconstrói os muros de Jerusalém.

21 Então vão te agradar os sacrifícios prescritos, o holocausto e a inteira oblação; então imolarão vítimas sobre o teu altar.

Salmo 102

O SENHOR OUVIU MEU GEMIDO

[Oração de um aflito, que, prostrado, expõe seu lamento diante do Senhor.]

2 Senhor, escuta minha oração, e chegue a ti meu clamor.

3 Não me ocultes teu rosto no dia da minha angústia. Inclina para mim teu ouvido; quando te invoco, atende-me depressa.

4 Pois meus dias se dissipam com a fumaça, e meus ossos ardem como brasa.

5 Pisado como a erva, meu coração está secando; pois até me esqueço de comer meu pão.

6 De tanto gritar e gemer, meus ossos estão colados à minha pele.

7 Pareço um pelicano no deserto, sou como uma coruja entre ruínas.

8 Não tenho sono e solto gritos qual ave solitária no telhado.

9 Todo dia meus inimigos me insultam; eles se enfurecem e fazem imprecações contra mim.

10 Em vez de pão estou comendo cinza, misturo minhas lágrimas à minha bebida,

11 por causa da tua indignação e da tua ira, pois me ergueste e me lançaste longe.

12 Meus dias são como a sombra que se alonga, e vou secando como a erva.

13 Mas tu, Senhor, estás sentado num trono eterno e tua lembrança permanece de idade em idade.

14 Tu te erguerás, terás piedade de Sião, pois chegou a hora de perdoar-lhe: a hora é essa.

15 De fato, teus servos amam suas pedras, têm compaixão de suas ruínas.

16 As nações temerão o nome do Senhor, e todos os reis da terra a tua glória,

17 quando o Senhor reconstruir Sião, e aparecer na sua glória;

18 ele ouvirá a prece do desamparado e não rejeitará sua súplica.

19 Que isto seja escrito para a geração futura, e um povo regenerado celebre o Senhor.

20 Pois o Senhor se inclinou do seu alto santuário, dos céus olhou para a terra,

21 para ouvir os gemidos dos cativos e libertar os condenados a morrer,

22 para que o nome do Senhor seja celebrado em Sião, e seu louvor em Jerusalém,

23 quando se reunirem todos os povos e reinos para servir ao Senhor.

24 Quebrantou-se minha força no caminho, meus dias se encurtaram.

25 Eu digo: Meu Deus, não me retires no meio dos meus dias, teus anos duram de idade em idade!

26 Outrora fundaste a terra, e os céus são obra de tuas mãos.

27 Eles perecerão, mas tu permaneces; e todos ficarão gastos como um vestido, como uma roupa tu os mudas e serão mudados.

28 Mas tu continuas o mesmo, e teus anos não têm fim.

29 Os filhos dos teus servos terão uma morada segura, e sua descendência se perpetuará diante de ti.

Salmo 130

EM TI SE ENCONTRA O PERDÃO

1 Do abismo profundo clamo a ti, Senhor:

2 Senhor, escuta minha voz. Que teus ouvidos estejam atentos à voz da minha súplica.

3 Se consideras as culpas, Senhor, Senhor, quem pode agüentar?

4 Mas em ti se encontra o perdão, para seres venerado com temor.

5 Espero no Senhor, minha alma espera na sua palavra.

6 Minha alma aguarda o Senhor mais que as sentinelas a aurora. Mais que as sentinelas a aurora,

7 Israel espere o Senhor, porque junto do Senhor está a misericórdia, e junto dele é copiosa a redenção.

8 Ele vai redimir Israel de todas as suas culpas.

Salmo 143

ENSINA-ME A CUMPRIR TUA VONTADE

[Salmo de Davi.] Senhor, ouve a minha oração, sê atento à minha súplica, tu que és fiel, e pela tua justiça responde-me.

2 Não chames a juízo o teu servo, nenhum ser vivo é inocente diante de ti.

3 O inimigo me persegue, jogou no chão a minha vida, fez-me morar nas trevas como os que já morreram há muito tempo.

4 Em mim desfalece o meu espírito, meu coração se consome.

5 Recordo os tempos antigos, medito todas as tuas obras, reflito sobre os teus atos.

6 A ti estendo minhas mãos, como a terra seca, anseio por ti.

7 Responde-me logo, Senhor, pois meu espírito me abandona. Não me escondas teu rosto, para eu não ser como quem desce ao sepulcro.

8 De manhã faze-me sentir tua bondade, pois em ti confio. Indica-me a estrada que devo seguir porque a ti elevo minha alma.

9 Salva-me dos meus inimigos, Senhor, em ti está meu refúgio.

10 Ensina-me a cumprir tua vontade, porque és meu Deus. Teu espírito bom me guie por uma estrada plana.

11 Pelo teu nome, Senhor, conserva-me vivo, pela tua clemência, livra-me da angústia.

12 Por tua graça, destrói meus inimigos e aniquila todos os meus adversários, pois sou teu servo.

Ladainha da Humildade

Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus manso e humilde de coração: ouvi-nos.
Jesus manso e humilde de coração: atendei-nos.
Jesus manso e humilde de coração: fazei o nosso coração semelhante ao Vosso.

Do desejo de ser estimado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser amado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser procurado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser louvado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser honrado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser preferido, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser consultado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser aprovado, livrai-me, Jesus!
Do desejo de ser adulado, livrai-me, Jesus!

Do temor de ser humilhado, livrai-me, Jesus!
Do temor de ser desprezado, livrai-me, Jesus!
Do temor de ser rejeitado, livrai-me, Jesus!
Do temor de ser caluniado, livrai-me, Jesus!
Do temor de ser esquecido, livrai-me, Jesus!
Do temor de ser ridicularizado, livrai-me, Jesus!
Do temor de ser escarnecido, livrai-me, Jesus!
Do temor de ser injuriado, livrai-me, Jesus!

Que os outros sejam mais amados do que eu – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!
Que os outros sejam mais estimados do que eu – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!
Que os outros possam crescer na opinião do mundo e que eu possa diminuir – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!
Que aos outros seja concedida mais confiança no seu trabalho e que eu seja deixado de lado – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!
Que os outros sejam louvados e eu esquecido – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!
Que os outros possam ser preferidos a mim em tudo – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!
Que os outros possam ser mais santos do que eu, contanto que eu pelo menos me torne santo como puder – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!


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